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nn XXIV Brazilian Rotary Youth Exchange Officers
Meeting
Vila Velha, District 4410 (Espírito
Santo, Brazil)
October 28, 29 e 30th,
2004 |

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Espírito Santo state
symbols
Humming birds (Beija-flor)
Ver (www.augustoruschi.com.br)
Os Colibris ou Beija-flores são pássaros da família Trochilidae, e são
encontrados exclusivamente nas Américas . Ao todo há mais de 350 espécies, com cerca de
770 sub-espécies. Maior número de ocorrências no Brasil, Colômbia, Peru, Venezuela e
Guianas
Maior número de
ocorrência por área: Estado do Espírito Santo, Brasil, com 42 espécies e
sub-espécies, numa área de 45.000 Km2
Velocidade de vôo: a espécie do cerrado e campos gerais brasileiros, Heliactin
cornuta chega a 60 Km/h
Velocidade de batimento das asas: a espécie brasileira Caliphlox amethystina
chega a 90 batidas/segundo. As espécies maiores são mais lentas.
Maior colibri: Patagona gigas da Colômbia, com mais de 15 cm. É o mais lento
também, com 2 vibrações de asa/segundo.
Menor colibri: Lophornis magnificus da floresta atlântica brasileira de
montanha, com 1,2 g. Há uma espécie nos EUA mais pesada mas alguns milímetros mais
curta.
Alimento: néctar de flores com açúcar de 18 a 29% , micro insetos e micro aracnídeos.
Têm necessidade de suprimento energético constante, o que o obriga a alimentar-se 4 a 5
vezes por hora para poder voar com sua energia e rapidez característica. Chegam a
alimentar-se 30 vezes seu peso em alimentos/dia. Em bebedouros com alimentação
artificial pode-se utilizar o açúcar cristal, sem qualquer problema para a saúde destes
pássaros, desde que seja feito uma higienização diária das garrafinhas e a solução
açucarada, de 20 a 25% de concentração, seja trocada diariamente logo no início do
dia. Qualquer dúvida, consulte o website http://www.ruschicolibri.com.br/beija-flores.htm#colibri
Máximo de altitude: Oreotrochilus chimborazo chega a 4.500 metros no monte
Chimborazo, Equador
Movimentação: somente vôo, com asas modificadas na mão, ao contrário dos outros
pássaros que voam com o antebraço; usam os pés apenas para se arrastar no galho, isto
é, não caminham no chão nunca. Chegam a velocidade de 60 Km/hora. 
Para manterem esse ritmo, necessitam alimentar-se de néctar e pequenos insetos de 15 em
15 min, em média. São os únicos pássaros a voar para trás e em movimento helicoidal.
Seu coração bate a um ritmo de 2000 vibrações por minuto. A temperatura corporal é de
42ºC, mas a noite quando descansam cai para 35ºC ou menos, e entram em hibernação.
Suas cores são reflexos da luz e possuem significados especiais de relação territorial,
camuflagem, advertência e relacionamento intersexual.
Tempo de vida: na natureza 6 a 8 anos e em cativeiro, sem pressões de predadores podem
chegar até 16 anos
Tempo de incubação dos ovos: 3 semanas
Tempo de maturação dos filhotes: 3 semanas
Quantidade de crias por ano: 2
Descanso: a noite, para economizar energia entram em torpor, reduzindo sua temperatura de
42º C para 32º C, e as batidas do coração de mais de 2000 por minuto para 40 por
minuto
Corte nupcial: é sempre propiciada pelo macho com deslumbrantes exibições de plumagens
, malabarismos de vôo e canto Área mínima: Dependendo da espécie e do tipo de
ecossistema, pode variar de 1 km2 a mais de 100 km2 por indivíduo
São os únicos
pássaros que param no ar, voam para trás, para cima, em movimento circular, em movimento
helicoidal, em parafuso, em cambalhota.
Plantas preferidas: bromélias e plantas de flor avermelhada com néctar
Augusto Ruschi foi o cientista Capixaba pioneiro do mundo, em 1932, a desenvolver o
método de alimentação em garrafinhas e sua criação em cativeiro. Foi um dos maiores
especialistas em comportamento das Aves, graças às suas pesquisas e observações
intensas da natureza. Percorreu todos os países das Américas, e de todas as espécies e
sub-espécies , conseguiu
observar na natureza 75 das que existem, descrevendo com precisão o comportamento de
todas as espécies brasileiras.
Sua obra é de gênio e figura como pioneiro em diversas áreas da ciência ambiental,
aparecendo como um dos pioneiros na luta ambientalista, desde 1937, alertando para o
desmatamento, a desertificação e a seca. Ferrenho militante e hábil orador, centralizou
extraordinárias polêmicas e debates em defesa ao meio ambiente. Mas sua fama atravessou
fronteiras, notadamente pelas contribuições e avanços às técnicas de fotografia, para
paralisar a imagem do beija flor em pleno vôo, e ter sido o beija flor com o qual
presenteou a rainha Elizabeth II, a primeira imagem a cores da TV a cores, pela BBC em
Londres. Sua história tem um museu exclusivo: Casa Augusto Ruschi, em Santa
Teresa, cidade de colonização italiano no Espírito Santo.
No ES temos 41 espécies e sub-espécies. Algumas pesquisas necessitam complementar as
afirmações de Augusto Ruschi e vêm sendo realizadas por André Ruschi, seu filho e
também cientista, em Santa Cruz, na Estação Biologia Marinha Ruschi (www.augustoruschi.com.br) e em Santa Teresa, no
Parque florestal Augusto Ruschi.
A espécie topetinho vermelho, característica da floresta Atlântica, é a menor
ave do mundo, com 70 mm e 1,2 g. Ocorre na região alta do estado, como Domingos Martins,
Santa Teresa e Venda Nova. Na parte mais alta do estado, Caparaó, Forno Grande, vive a
espécie penacho verde. O preto e branco raramente vem na região das praias. O estrela
vermelha e o do papo preto passam por aqui em movimentos de migração.
O ES só perde em número de espécies para o Amazonas e Minas Gerais, que têm uma área
muito maior. Nossa riqueza de habitats e ecossistemas é o que possibilita esta riqueza de
concentração de espécies tão grande. Outros recordes de biodiversidade é a quantidade
de espécies de orquídeas no ES e biodiversidade florestal/área.
As espécies Ramphodon dhornii e Popelairia langsdorffi estão em
extinção.
As espécies Rhamphodon naevius freitasi, Glaucis hirsuta abrawayae e Phaethornis
nigrirostris são exclusivas do Espírito Santo.
Estação Biologia Marinha Ruschi
Av. Augusto Ruschi, nº 1 - Santa Cruz - ES - CEP 29196-990
Rodovia ES-010, Km3,5 (estrada de Nova Almeida a Santa Cruz)
Tel. (0xx27) 3250-6057
Casa Augusto Ruschi
Rua Cel. Avancini, nº 51 - Santa Teresa - ES - CEP 29650-000
Próximo à Catedral no centro da cidade
Tel. (0xx27) 3259-3380
Convento da Penha
Ver www.conventodapenha.org.br
O Frei Pedro Palácios,
da ordem dos Franciscanos, chegou ao Espírito Santo em 1558, trazendo um painel de Nossa
Senhora da Penha na bagagem. O religioso instalou-se na floresta que circundava o monte
próximo à praia, e construiu uma capelinha em homenagem a São Francisco de Assis,
padroeiro da ordem, no local hoje chamado de Campinho. De acordo com a versão
popular, o quadro sumiu e reapareceu no alto do morro, local que teria sido indicado para
a construção da capela de Nossa Senhora da Penha. O padre morreu em 2 de maio de 1570.
O Convento foi construído em 1644, no local que teria sido indicado pela santa, e ganhou
assoalho em estilo mosaico em 1879. A imagem da santa, que chegou em 1570, e o painel de
Nossa Senhora trazido pelo frei estão expostos no convento.
Este é o principal monumento religioso do Estado. Fiéis de todo o país se dirigem ao
alto do Morro da Penha, em procissão, oito dias após a Páscoa, para prestar homenagem
à santa.
Prainha
Tel.: (0xx27) 3329.0420
Horário de visitação: Todos os dias de 5h30 às 17h.
Horário das Missas:
Segunda a Sexta-feira: 6h, 7h, 8h, 9h30 e 15h
Sábados: 6h, 7h, 8h, 9h30, 15h30
Domingos: 5h, 6h30, 8h, 10h, 11h, 12h, 14h, 16h
Horário das Confissões: Todos os dias, de 8 às 11h e de 14 às 16h30.
Orquídeas e Bromélias
Uma
das maravilhas do Estado do Espírito Santo é a harmonia entre mar e a montanha. O Estado
é berço de orquídeas, bromélias e beija-flores
Orquídeas do Espírito Santo, um dos livros do naturalista Augusto Ruschi
apresenta um pouco desta maravilha. Edição bilingüe (português/inglês)
particularmente cuidada que reúne fotografias, belíssimas aquarelas, desenhos
elucidativos da morfologia das plantas, glossário com centenas de verbetes, extensa lista
de indicações bibliográficas e chaves para identificação dos mais de 100 gêneros e
espécies encontrados na riquíssima flora do Espírito Santo.
Chocolates Garoto
Ver www.garoto.com.br
Em 16 de agosto de
1929, o imigrante alemão Henrique Meyerfreund fundou a fábrica de balas H. Meyerfreund
& Cia., num galpão localizado na Prainha, Vila Velha, ES.
As primeiras balas eram vendidas por meninos, em
tabuleiros, nos pontos de bonde de Vila Velha e assim logo passaram a ser chamadas balas
Garoto. Mas rapidamente as balas passaram a ser distribuídas para casas
comerciais, tanto da capital como das cidades do interior Em 1934, Henrique recebeu
herança de seus pais e comprou máquinas para a produção de chocolates. Dois
anos depois, conseguiu financiamento para montar uma fábrica mais moderna no bairro da
Glória, local onde até hoje está o parque industrial da Garoto. Com nova
infra-estrutura e produtos à base de chocolate, a empresa entrou numa fase de grande
desenvolvimento, chegando a vender para além dos limites do Espírito Santo. Sexta-feira: 6h, 7h, Em 1938, os negócios foram impulsionados pela entrada na sociedade de Günther
Zennig que, além de capitalizar a empresa, permitindo novos investimentos na
modernização da estrutura produtiva e comercial, trouxe uma nova visão empresarial à
Garoto.
O ciclo inicial de prosperidade da H.
Meyerfreund só foi interrompido na época da Segunda Guerra Mundial (1939-45). Por sua
origem alemã, Henrique foi detido no presídio de Maruípe e a fábrica passou a ser
gerida por interventores federais. Terminado o conflito, a empresa novamente seguiu um
ritmo de intenso crescimento.
Em 1962, a H. Meyerfreund sofreu a grande perda
de Zennig, falecido em um acidente aéreo ao retornar de uma viagem de negócios. No mesmo
ano, a H. Meyerfreund transformou-se em uma sociedade anônima de capital fechado e passou
a ser CHOCOLATES GAROTO S/A.
Ainda na década de 1960, os filhos de Henrique
Meyerfreund Helmut e Ferdinand (este último Rotariano do Rotary Club
de Vila Velha) - passaram a dividir responsabilidades com o pai. Em 1973, com o
falecimento de Henrique, Helmut Meyerfreund passou a ocupar a presidência da Garoto.
Durante os anos de 1970 e 1980, a Garoto ampliou
e modernizou suas instalações industriais e seus processos produtivos, adotou novas
políticas comerciais e marcou presença em todo o mercado nacional e internacional. Em
1972, exportou pela primeira vez manteiga e torta de cacau para a América do Sul e
Estados Unidos. A partir de 1978, também passou a exportar produtos acabados para vários
países do mundo.
Essas iniciativas deram sustentação a um
crescimento ainda mais acentuado da Garoto, na passagem para os anos de 1990. Investindo
continuamente em tecnologia, nesse período foram lançados novos produtos e
consolidada a estrutura comercial da Garoto. Em 1989, foi inaugurado um moderno Centro
de Distribuição em São Paulo, para atender os estados de São Paulo, Minas Gerais e
Mato Grosso do Sul. No mesmo ano, entrou em operação uma nova fábrica de pastilhas
a Fábrica 2. Em 1997, foi concluída a montagem do então mais moderno
armazém vertical do país, junto à Fábrica 2 o Centro de Distribuição do
Espírito Santo.
No início dos anos 2000 a companhia passou a
pertencer ao grupo suíco Nestlé.
Visitas
A Chocolates Garoto realiza um sonho: visitar a Fábrica de
Chocolates Garoto e conhecer como são produzidos os seus deliciosos chocolates! A visita
é permitida para maiores de sete anos de idade.
O que conhecer na fábrica de Chocolates
Garoto?
Como os chocolates são fabricados, o Centro de Documentação e Memória, onde
está reunida toda a história da Garoto. E o melhor: durante a visita, se tem a
oportunidade de saborear os deliciosos chocolates Garoto.
Como fazer para adquirir o ingresso?
Depois de escolher o horário para visitar o mundo encantado do chocolate, reserve-o
ligando para a Central de Visita pelo telefone: (27) 3320-1709. Depois, é só adquirir o
seu ingresso, no valor de R$ 5,00 diretamente na Lojinha da Garoto.
Qual é o tempo de duração da visita?
A visita dura uma hora, tempo suficiente para se conhecer um pouco mais dessa maravilhosa
empresa, que faz de tudo para fabricar os melhores chocolates.
Conheça os horários para a visita?
A Chocolates Garoto tem diversas opções. Com certeza, um vai se encaixar perfeitamente
em sua disponibilidade. Escolha abaixo o melhor horário para você.
| Segunda-feira
|
Terça,
quarta e quinta-feira
|
Sexta-feira
|
| 14:00
às 15:15 h |
08:45
às 10:00 h |
08:45
às 10:00 h |
| 15:45
às 17:00 hh |
10:15
às 11:30 h |
10:15
às 11:30 h |
|
14:00
às 15:15 h |
|
|
15:45
às 17:00 h |
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Marlim
O
litoral do Espírito Santo é famoso entre os pescadores nacionais e internacionais pelo
variedade e quantidade de peixes na região. É considerada a Meca da Pesca Oceânica, mas
há também a pesca submarina e de arremesso em diversos lugares do estado.
Bons pontos de mergulho!
A pesca submarina deve ser acompanhada por profissionais do esporte, que sabem os viveiros
específicos das espécies como lagostas, badejos, robalos e nosso famoso cação, que
rende um a moqueca deliciosa.
A pesca oceânica, sem sombra de dúvidas, é o cartão de visitas da pesca em Vitória.
É do Iate Clube do Espírito Santo, na Praia do Canto, que saem todos os anos as
embarcações para o Campeonato Internacional de Pesca Oceânica, que reúne em Vitória
os maiores pescadores de peixes de bico de todo o globo.
O recorde mundial de Marlim Azul é um peixe de 636 quilogramas, pescado em 1992. O de
Marlim Branco é um peixe de 82,5 quilogramas, pescado em 1979. Ambos foram pegos em
Vitória.
A melhor época de pesca do Marlim Azul é de outubro a março, e do Marlim Branco em
novembro, mas pode vir em qualquer época do ano, porque a pesca é farta e certa. E para
quem não tem barco, há ofertas de aluguel com tripulação e tudo que for necessário
para uma boa pesca.
Moqueca Capixaba
Famosa internacionalmente, a Moqueca Capixaba é o prato mais conhecido da
culinária do Espírito Santo. O nome "moqueca" designa um estilo de
preparar o alimento que consiste no cozimento sem água, apenas com os vegetais e frutos
do mar. Ao contrário da baiana, a capixaba não leva azeite de dendê e nem leite de
coco. Aliás, é sempre bom lembrar a máxima entre os apreciadores, repetida,
respeitosamente, sem se cansar: Moqueca só a Capixaba, o resto é peixada!
Receita da Moqueca Capixaba (para 6 pessoas)
Ingredientes
1,5 Kg de peixe fresco (robalo, badejo, papa-terra, ou namorado)
3 maços de coentro
3 maços de cebolinha verde
2 cebolas brancas (pequenas)
3 dentes de alho
4 tomates
3 limões
azeite de oliva
sementes de urucum
pimenta-malagueta
óleo de soja ou algodão
sal fino
Modo de preparo:
Limpe bem o peixe, corte-o em postas de 5cm de largura, lave com limão e
deixe-o em uma vasilha com água de sal fraca. Separe a cabeça para preparo do
pirão.
Soque juntos o alho e o sal.
Em uma panela de barro (grande), coloque um pouco de óleo de soja ou de
algodão (duas colheres) e azeite de oliva (uma colher) e adicione a massa obtida no
socador, passando-a no seu fundo.
Retire as postas de peixe da vasilha com água e sal. Vire as postas de um
lado para outro na panela, arrumando de modo que não fiquem umas por cima das outras.
Corte o coentro, o tomate e a cebola e coloque nesta ordem por cima das postas
de peixe que estão na panela. Regue com azeite e suco de limão.
À parte, frite em um pouco de óleo quente uma colher (sopa) de sementes de
urucum, depois de fritas, retire-as. Na hora de levar ao fogo para cozinhar, despeje um
pouco deste óleo por cima do peixe, para dar cor. Quando começar a abrir a fervura,
verifique o sal. Não ponha água, não vire as postas e cozinhe com a panela bem tampada.
Vá verificando o paladar do sal e do limão. Deixe no fogo forte por 20 a 25 minutos.
Balance de vez em quando a panela com auxilio de um pedaço de pano grosso para que as
postas de peixe não agarrem no fundo. Quando for à mesa, salpique coentro picadinho.
Como complementos da moqueca
capixaba, são indispensáveis o arroz branco, o pirão e o molho. Vamos ao preparo:
Pirão
Use os mesmos temperos da moqueca, reduzindo-os à metade. Aproveite a cabeça do peixe ou
uma das postas, previamente separada para este fim. Proceda da mesma forma, desta vez
adicionando de três a quatro copos de água ao peixe. Quando estiver cozido, escorra e o
desfie. Junte o peixe ao caldo novamente, deixe ferver e quando estiver no ponto máximo
de fervura, vá jogando a farinha de mandioca, lentamente para não embolar, mexendo aos
poucos com um garfo. Pronto o pirão, corte o coentro, e espalhe por cima antes de servir.
Molho
Amasse seis pimentas-malaguetas no suco de dois limões e três colheres de vinagre de boa
categoria. Corte uma cebola em fatias bem finas, fazendo o mesmo com o coentro e as
cebolinhas, misturando tudo à medida que for regando com o azeite. Se o molho ficar muito
picante, coloque um pouco de água.
Torta Capixaba
Logo em seguida vem a Torta Capixaba, preparada com vários frutos do mar,
como siri desfiado, camarão, ostra e sururu, além de bacalhau e palmito.
Prato tradicionalmente consumido durante a Semana Santa em todas as casas
capixabas.
Receita da Torta Capixaba (para 6 pessoas)
Ingredientes
Cebola, alho, azeite doce, azeitona, limão, coentro, cebolinha
verde, tomate a gosto.
½ Kg de palmito natural previamente cozido,
200 g de siri desfiado e cozido.
200 g de caranguejo desfiado e cozido
200 g de camarão cozido
200 g de ostra cozida
200 g de sururu cozido
200 g de badejo desfiado e cozido
500 g de bacalhau desfiado e cozido.
Obs: para cozinhar esses
ingredientes, faz-se as moquecas de cada um e retira-se todo o caldo, deixando-os o mais
seco possível.
Modo de Preparo:
Prepare um refogado com cebolas, alho, pimenta, azeite doce,
azeitonas e limão.
Leve ao fogo com o palmito natural e espere até desaparecer a água e ganhar
consistência.
Junta-se, depois de limpos, desfiados, cozidos e espremidos os ingredientes
acima, mexendo até evaporar a água. Retire para esfriar um pouco e misture uma parte da
espuma de 6 (seis) claras em neve com as gemas.
Quando se adicionarem os temperos aos mariscos, deve-se colocar o bacalhau
para enxugar e dar liga à massa.
Cozinha-se à parte 6 (seis) ovos (que servirão apenas para enfeite)
juntamente à azeitona e umas rodelas de cebola.
Coloca-se a massa em uma panela de barro, leva-se ao forno, retirando-a quando
a espuma estiver bem coradinha.
Panela de barro
Um dos segredos da moqueca capixaba é a panela em que ela é
preparada. A tradicional panela de barro é confeccionada através de uma técnica popular
que veio para o Espírito Santo há mais de 400 anos. O segredo desta arte foi passada de
geração em geração e perdura até hoje nas mãos de mulheres do galpão da
Associação das Paneleiras de Goiabeiras que mantêm acesa esta expressão cultural
tipicamente capixaba. O processo é simples, começa com a coleta do barro, que deve ser
meio arenoso e apresentar boa liga. Depois da etapa de limpeza o barro é moldado e
posteriormente as panelas são alisadas manualmente. Quando secas vão para queima nas
fogueiras e por último passam por um processo de pintura, onde é utilizada uma tinta
especial, o tanino de mangue vermelho, extraído da casca de troncos de mangue,
responsável pela coloração negra e resistência das panelas. Esta tradição foi
passando de mão em mão para alimentar a cultura capixaba durante todos estes anos. O
telefone do galpão da Associação das Paneleiras de Goiabeiras - Vitória - ES é:
(0xx27) 3327-0519
Papaya
O
estado do Espírito Santo é o maior produtor brasileiro de mamão voltado para
exportação, com destaque para o Havaí (Papaya Golden e Sunrise) e o Formosa.
A importância deste segmento é demonstrada, por exemplo, pelo fato de somente frutas
produzidas em determinada área da região norte (Linhares e adjacências) poderem ser
exportadas para os Estados Unidos.
O Mamão Papaya Golden é um fruto mais firme, ficando ideal para consumo quando
estiver com a casca completamente amarela. Isto significa mais tempo útil para
consumi-lo. Sua polpa é salmão, uma cor mais acentuada que em outras variedades. Isso
garante um aspecto muito atraente à fruta.
O Mamão Papaya Sunrise está pronto para consumo com a casca meio verde, cerca
de 50% de maturação. Sua polpa é rosada e é uma das variedades mais conhecidas. É
distribuído também em caixas 3,5kg.
O Mamão Formosa tem dimensões que chamam nossa atenção. É realmente bem
maior que o Golden e o Sunrise, sendo apreciado por hotéis e restaurantes.
Essencialmente sem gordura e de baixa caloria, o mamão papaya tem duas vezes mais
vitamina C que laranjas e sete vezes menos calorias que bananas. Apenas metade de um
mamão papaya possui no mínimo 50% de nossa necessidade diária de vitamina C.
A papaína, enzima produzida apenas pelo mamão papaya, quebra as cadeias protêicas
facilitando sua absorção.
A papaína atua também como antiinflamatório e cicatrizante.
O intestino funciona muito melhor quando você ingere mamão papaya e, por conseqüência,
todo o seu organismo.
Conheça o catálogo de receitas com papaya em http://www.brapex.net/Papaya/degustacao.asp
Pios de aves
Ver http://www.piocoelho.com.br/
Os pios são instrumentos de sopro confeccionados em madeiras especiais, usados para
reproduzir som de aves no intuito de atraí-las.
Até os anos 60, eram utilizados somente para caça que hoje é banida por uma sociedade
consciente mas, devido a sua rara beleza e importância num contexto histórico do país,
esse curioso invento ganhou um novo mercado. Dentre estes estão: os observadores de aves
e fotógrafos da natureza, percussionistas e sonoplastas de todo o mundo, colecionadores,
também como brindes vips (surveniers), brinquedos ecológicos, instrumentos terapêuticos
(Musicoterapia) e até usados por biólogos (ornitólogos) na localização de espécies
nos levantamentos de áreas.
Os sons dos pios que irão ouvir nesta página, são relativos aos cantos das aves que os
deram origem porém, o usuário após familiarizado com o instrumento poderá aproveitar
de sua versatilidade e reproduzir sons de aves diferentes ou de arranjos teatrais,
musicais, etc...
Como um exemplo de adaptação, o pio (Nº 09) no Brasil é usado para atrair o
INAMBU-CHORORÓ, uma ave terrestre.
Entretanto, nos Estados Unidos, o mesmo pio é utilizado para reproduzir o som de uma ave
aquática, o DUCK-BECK.
Fábrica de Pios de Aves Maurílio Coelho (Fundada em 1903)
Rua Gastão Pimenta Coelho, 39
Ilha da Luz -
CEP 29309-830 - Cachoeiro de Itapemirim - ES
Tel : (28) 3522 - 2259 - Fax : (28) 3521 - 9642
Espírito Santo flag
The
inscription Trabalha e Confia (Work and Trust [in God]) originates from the motto
of the Jesuit order: "Work as if everything depended on you, and trust as if
everything depended on God". Despite being an unusual color in heraldry, rose
was used by the creators of the flag in order to represent rejoicing and happiness, the
blue to represent smoothhness and harmony, and white to represent peace.
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Promoción:
ABIJ -
Associação Brasileira de Intercâmbio Rotário de Jovens
(BRYE - Brazilian Association of Rotary Youth Exchange)
www.yepbrazil.home-page.org
Organization /
Organización:

Rotary
International - Distrito 4410
(Espírito Santo, Brasil)
www.rotary4410.org.br/yep.html |